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mascotinha da pulg@
![]() *saguzinha*
Cão de guarda feroz!
Cuidado! * preguiça *
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Quinta-feira, Agosto 12, 2004
Há mais de dois meses que assinei a Globo.com e ainda não tinha conseguido fazer minha mudança. Eu queria continuar com o mesmo endereço, mas não tem como então coloquei o 2 e ficou assim: http://www.pullga2.blogger.com.br Cliquem neste endereço e vão pra lá direto sem escalas tá? beijo da pulg@ cansada da mudança, mas esperando por vocês! Segunda-feira, Agosto 09, 2004
Feijoada da pulg@ *sds* No inverno, os gaúchos costumam comer feijoada, mocotó, founde e churrasco, claro que pra este último não há estação definida. Eu adoro feijoada e mocotó, founde só de chocolate com frutas, o de carnes dispenso porque faz uma *gordurama dos inféinus* e a gente fica cheirando a pastel, uma eca! O de queijo nem pensar, me deixa enfezada uma semana, por enfezada entenda-se sem ir aos pés, no popular é o famoso tranca bolinho alimentar tá??? Do churrasco só gosto do coraçãozinho de galinha e do salsichão, que são oferecidos como aperitivo enquanto as carnes assam na churrasqueira. É que o ritual demora tanto, que quando servem o dito cujo eu já tô *empanturrada*, mas os que conseguem seguir comendo me contaram que é um verdadeiro manjar dos deuses. Como sei fazer uma feijoada legal, pensei em passar pra vocês a receita, tipo momento culinário da pulg@, então lá vai...mas já aviso: Esta receita foi criada por mim, detenho todos os direitos, portanto não ousem copiá-la sem colocar a autoria, taco-lhes um processo!!!! O significado de *sds* vocês saberão...
nessa gentile pulg@ Sábado, Agosto 07, 2004
I CHING DO AMOR Clique aqui para fazer sua consulta! Eu fiz várias e querem saber? Deu certinho, acho que vou seguir algumas das sugestões! Pelo jeito tô fazendo tudo errado...pra variar!!! _________________________________________________ clique! HORÓSCOPO DA FLORES Adorei este, meu resultado (30/dez) foi a Flor Mandrágora, cujo sumo Julieta bebeu na obra de Shakespeare. Símbolo da magia, essa flor tem uma forma que lembra a silhueta de um corpo humano. É fonte de uma substância capaz de induzir a transes hipnóticos, ou estados alterados de consciência, muito úteis à prática de magia.. nessa gentile pulg@ Quinta-feira, Agosto 05, 2004
Meu amor diz não, quando sim é a resposta. Não vê graça na calmaria, ar calado, sem ventania; quer furacão, agonia, ferida exposta. Não é amor idealizado, doente, demente, embora por vezes, gótico, caótico, principesco. É real, pagão, um ateu cristão sem religião, ora paixão, realização, ora grotesco, dantesco. É inferno ou paraíso, sem purgação. Embora maltratado, boicotado e tão surrado, sobrevive inteiro, fortalecido e não sucumbe, da incerteza faz beleza, e é o que nos une. Como as águias que em vôo quase tocam os céus e têm por toda a vida apenas um parceiro no ninho, também nós, culpados ou réus, no juízo final, estaremos juntos em nó, no encontro real. Destino marcado, atados, água e vinho, meio do caminho... nessa gentile pulg@ Quarta-feira, Agosto 04, 2004
*Eu tenho andado tão sozinha ultimamente, que não vejo a minha frente, nada que me dê prazer...* As cores ainda estão lá, alguém me disse, mas não as vejo. Quando olho pro verde já não me fala de esperança, o branco que trazia paz ficou transparente e como carrasco expõe maldosa e insistentemente flashes obscuros e nebulosos do preto que borrou meu arco íris. O azul que sugeria infinito, através de um caminho tão bonito, escondeu suas linhas e desfez meu horizonte levando consigo o amarelo que me aquecia inteira, e em seu lugar deixou um cinza insosso, morno que prefiro nem olhar. O rosa da doçura perdeu seu gosto e de tão amargo pela ausência de matiz, fez-se tristeza, cor sem beleza, quase um creme, inconsistente, aguado, magoado. Não falarei do vermelho porque dói lembrar, era minha cor da emoção, me roubava à razão. Rubro meliante, hoje tão distante, foi-se sem dó, e parto de ré nesta escala incompleta, mi e fá indiferentes não me elevam ao sol, e assim fria, escondo meu rosto, porque sei que lá já não existe e si nem tentei, por tão agudo, machucaria ainda mais... nessa gentile pulg@ Terça-feira, Agosto 03, 2004
Sou feito peru, morro de véspera, sempre fui assim, sofro por antecipação. Tenho a capacidade de criar furacões, ciclones e tempestades dentro de um dedal, tudo é monstruoso, assustador e imenso dentro de mim. Somatizo estas intempéries todas em silêncio, quando atingem o grau máximo de intensidade terminam me explodindo literalmente e o resultado desta postura diante de problemas passa do imaginário pro físico, é o que chamam de auto mutilação ou flagelo. Não amadureço, sou sempre verde, não é a toa ser a cor que mais gosto, mas paraxodalmente, esta criança que teima em não me abandonar é que me faz superar as dificuldades, assim que termina de me torturar, sem o menor constrangimento, quer brincar e me deixo levar... Esta, ou isto sou eu, uma coisinha muito imperfeita, que ainda não descobriu a que veio e que insiste por pura teimosia em continuar... nessa gentile pulg@ |