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mascotinha da pulg@
![]() *saguzinha*
Cão de guarda feroz!
Cuidado! * preguiça *
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Sábado, Julho 31, 2004
Quer brincar de fazer embaixadinhas com o mouse? Então clique no craque acima, é fácil, o jogo em si não tem nada de interessante, mas o japinha que narra suas jogadas é muito doidão! Fiquei maior tempão jogando, só pra ouvir o que ele dizia, acho que me xingou de tudo quanto é nome, tirou onda quando eu errava e o pior, ficava pedindo pra eu tirar a canga toda hora. Pode? Quando eu respondia que nunquinha, ele falava: - Ô locoooo!!
Aqui o jogo é lixo ao cesto, é bem legalzinho, basta posicionar a mão com o mouse e clicar pra arremessar tá? pulg@ Quinta-feira, Julho 29, 2004
Na verdade não foi exatamente sonho, mais uma mescla de Kafka com um quadro de Salvador, tamanho o surrealismo, nunca sonho realidade, tenho um *Dali* dentro de mim adormecido que acorda sempre que eu me entrego despudoradamente a Hypnos noite após noite. Não fosse Tetéio eu desfrutaria bem mais destes momentos prazerosos. Tetéio e eu temos uma relação conturbada, amor e ódio, jamais nos entendemos, não descreverei aqui os detalhes mais picantes por que deixariam rubros alguns rostos. Completando o triângulo há Morfeu, responsável direto por tudo que ocorre comigo enquanto a lua não cede lugar ao sol. Confesso, compartilho meu leito com os três, não darei desculpas esfarrapadas com relação à minha conduta, assumo, não resisto, e o pior, quando não aparecem, imploro por suas presenças. Preciso deles, sem eles não vivo, embora saiba que dos três só Tetéio me é fiel. Hypnos e Morfeu são traidores desavergonhados, possuidores de uma disposição inacreditável atendem sem culpa todo e qualquer vivente que deles queira desfrutar, e pasmem sem distinção de sexo. Não me julguem precipitadamente, os menos informados, antes de conhecer os ditos: A maioria das pessoas confunde pai e filho, eu não, me relaciono bem com ambos, já com Tetéio preciso ter uma conversa muito séria, seu ciúme absurdo está interferindo nos meus sonhos...Sonho? Lembrei! Tenho que contar meu sonho com Mel, pra variar me perdi nos preâmbulos (bonita esta palavra). Foi assim...eu vi você passar por mim e quando pra você eu olhei, logo me apaixonei...Nãooooo!! Isto é letra de música, escutei logo cedo e ai fico cantarolando o dia inteiro. Acontece com vocês também? Voltando...não é possível, olhem o tamanho do texto, vou ter que adiar outra vez, terminei não contando o sonho e tão pouco esclarecendo quem é Tetéio, definitivamente não levo jeito mesmo pra contar histórias. Me desculpem!! pulg@ Segunda-feira, Julho 26, 2004
Lenda da Vitória Régia Os pajés tupis-guaranis contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse. E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista. A lua quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa *Estrela das Águas*, que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.
A Vitória Régia é a flor símbolo da Amazônia. nessa gentile pulg@ Sábado, Julho 24, 2004
Austrália exibe pingüins *fashion* Parece capricho de madame, mas não é. Os membros de uma associação de proteção dos animais da Tasmânia, na Austrália, estão vestindo os pingüins com pequenos suéteres de lã. *Fazemos isso para evitar que eles retirem o petróleo de suas penas com o bico *, explica a bióloga Jo Castle, da Tasmanian Conservation Trust, organização de defesa do meio ambiente. Tudo isso porque recentemente dois navios derramaram óleo no mar próximo à ilha, encharcando milhares de aves. Ao se limpar com o bico, os pingüins acabam se intoxicando e morrem. Como a entidade não tinha condições de confeccionar sozinha as roupas protetoras, fez um apelo na imprensa. A resposta foi avassaladora. *Já recebemos mais de mil suéteres, boa parte vinda do Japão*, diz Castle. Os pingüins, obviamente, detestam as roupinhas e tentam evitar a todo custo vesti-las. *Mas nós não desistimos e vamos até o fim*, conta a pesquisadora. Tadinhos, mas ficaram muito lindinhos! pulg@
clique *Negrinho do Pastoreio* - Lendas do Sul - No tempo dos escravos, havia um estancieiro muito ruim, que levava tudo por diante, a grito e a relho. Naqueles fins de mundo, fazia o que bem entendia, sem dar satisfação a ninguém. Entre os escravos da estância, havia um negrinho, encarregado do pastoreio de alguns animais, coisa muito comum nos tempos em que os campos de estância não conheciam cerca de arame; quando muito alguma cerca de pedra erguida pelos próprios escravos, que não podiam ficar parados, para não pensar bobagem... No mais, os limites dos campos eram aqueles colocados por Deus Nosso Senhor: rios, cerros, lagoas. Pois de uma feita o pobre negrinho, que já vivia as maiores judiarias às mãos do patrão, perdeu um animal no pastoreio. Pra quê! Apanhou uma barbaridade atado a um palanque e depois cai-caindo, ainda foi mandado procurar o animal extraviado. Como a noite vinha chegando, ele agarrou um toquinho de vela e uns avios de fogo, com fumo e tudo e saiu campeando. Mas nada! O toquinho acabou, o dia veio chegando e ele teve que voltar para a estância. Então foi outra vez atado ao palanque e desta vez apanhou tanto que morreu, ou pareceu morrer. Vai daí, o patrão mandou abrir a *panela* de um formigueiro e atirar lá dentro, de qualquer jeito, o pequeno corpo do negrinho, todo lanhado de laço e banhado em sangue. No outro dia, o patrão foi com a peonada e os escravos ver o formigueiro. Qual não é a sua surpresa ao ver o negrinho do pastoreio vivo e contente, ao lado do animal perdido. Desde aí o Negrinho do Pastoreio ficou sendo o achador das coisas extraviadas. E não cobra muito: basta acender um toquinho de vela ou atirar num cano qualquer naco de fumo. pulg@ Quarta-feira, Julho 21, 2004
Hoje tô preguiça, amanhã conto o sonho...
Vá que eu sonhe de novoooo!!! Eu vou contaaar, mas é que a alergia do frio me pegou de jeito e fica difícil teclar, já to melhorzinha mas não quero abusar, então só mais um pouquinho de paciência tá? Vocês vão me matar...já to vendooooo!!! Enquanto esperam pelo *sonho*, vejam estes posts acima que eu tinha prontos! pulg@ Segunda-feira, Julho 19, 2004
Ahh não!! Não acredito! Tô indigui, inconformada da vida! Eu ponho uma poesia linda do Pablo Neruda, declamada pelo Juan Torres (que não faço idéia de quem seja), mas que tem uma voz que Tá certo que isto de colocar link em posts na maioria das vezes é perda de tempo, poucos entram pra olhar, podem apostar, tenho até Imaginava ler vários suspiros masculinos e femininos e necas, vou dar mais uma *xanxinha* tá? Cliquem aqui e também assim, se não comentarem nada de novo (lembrei dos Tele-Tubbie) eu não conto o pulg@ Sábado, Julho 17, 2004
clique - com som - lindo! Hoje quero brincar, comemorar, mas antes agradecer do fundinho do coração a alguns amigos muito queridos deste nosso mundinho virtual pelo carinho nestes últimos dias. Saibam com toda certeza que sem vocês eu teria despencado, foram os recadinhos e e-mails que me sustentaram diante da espera angustiante do dia de ontem. Vou repetir o que escrevi há um ano mais ou menos porque é o que sinto de verdade. Percebo que tenho vivido cercada por anjos, não falo dos divinos, com asas, mas daqueles que não voam, caminham ao meu lado. Nos momentos difíceis lá estão eles,...sempre presentes. Me escutam, me falam, me dão colo e me embalam. clique Este post não foi feito pra que eu leia comentários do tipo: *você merece*, foi escrito com um nozinho na garganta de alguém sinceramente agradecida, que queria de alguma forma homenagear quem realmente merece: VOCÊS! nessa gentile Sexta-feira, Julho 16, 2004
ligue o som, clique, leia ou só feche os olhos e escute! SABERÁS que não te amo e que te amo posto que de dois modos é a vida, a palavra é uma asa do silêncio, o fogo tem uma metade de frio. Eu te amo para começar a amar-te, para recomeçar o infinito e para não deixar de amar-te nunca: por isso não te amo todavia. Te amo e não te amo como se tivesse em minhas mãos as chaves da fortuna e um incerto destino desditoso. Meu amor tem duas vidas para amar-te. Por isso te amo quando não te amo e por isso te amo quando te amo. Pablo Neruda Neruda foi o último dos românticos em uma época que seus contemporâneos assumiam a tendência do despojamento verbal, dizer muito com poucas palavras. Abusava da retórica, percebe-se inclusive um quê barroco em alguns versos, mas também passeou pelo modernismo, surrealismo, além de utilizar a linguagem metafórica como ninguém. Seus versos gritam, impossível ler Pablo Neruda e não sentir o coração pulsar alucinado. O meu, confesso, bate bem mais rápido e o de vocês? O Soneto que coloquei acima é um dos meus preferidos. nessa gentile Terça-feira, Julho 13, 2004
![]() das desilusões... Quando finalmente tirou a venda dos olhos era tarde, o sol se punha e pressentiu que o céu da noite não teria estrelas. do silêncio... Como nos pesadelos, seus gritos não foram ouvidos, então emudeceu e as garras rasgaram o que de inteiro restara. das lembranças... O aprendizado doloroso do esquecimento, juntar os pedaços e colocá-los no arquivo morto. do futuro... Ele não vem quando chamado, se faz esperar, e quando chega, nem sempre esta sozinho, traz o passado consigo. e agora... Um baú vazio transbordando de mágoas, e o medo de estar perdida e não achar o caminho de volta. Domingo, Julho 11, 2004
MATE A CHARADA!
* Mi ta gustabo! * Em que lingua isto quer dizer: * Eu gosto de você? *
clique aqui para adivinhar! pulg@ Sábado, Julho 10, 2004
clique Ontem à noite assisti novamente ao filme *Uma mente brilhante*,(baseado em fatos reais). A história de John Nash, um gênio da matemática pura. Sua tese de dourado aos 21 anos, *Equilíbrio de Nash*, deu-lhe o Nobel em economia 49 anos depois, em 1994, por ter revolucionado o estudo da estratégia econômica no mundo inteiro. Nash é esquizofrênico e pelo que se sabe ainda leciona na Universidade de Princeton. O filme é muito bom, quem assistiu sabe. Não fosse o amor incondicional de uma mulher, Alicia, que mesmo após o divórcio continuou a ajudá-lo na luta contra a doença, Nash teria certamente sucumbido. Em seu discurso ao receber o prêmio Nobel, disse que o de mais importante aprendera na vida e carreira era que a razão de tudo estava no amor, que sem este sentimento nada seria possível. Dormi pensando nisso... Acordei hoje pensando em amor, amores e as rimas de sempre, dor, dores...e divagando antes de juntar aqui minhas letrinhas, concluí que se pode quase tudo nesta vida basta querer. Mas aí que está o problema, porque vejam; o verbo *querer* simplesmente (no sentido de algo) é transitivo direto, e *querer bem*, (como sentimento) transitivo indireto. Fazendo birra com a regência, vou ter que discordar deveria ser o contrário. O amor precisa transitar diretamente, livremente, com alvo determinado, não sublimado, platônico e indireto. Definitivamente não entendo a linguagem do amor, alguém pode me ensinar por favor? Pra encerrar, querem ver o que faz o querer transitivo indireto? Cliquem aqui e leiam o texto *ELA* com atenção. nessa gentile Terça-feira, Julho 06, 2004
Quantos animais você vê neste rosto? São mais de quinze! pulg@ Quinta-feira, Julho 01, 2004
QUERO sorvete de morango com calda bem quente pra adoçar meu coração doente comédia rasgada, para dar risadas e esquecer um pouco minhas mancadas mundo de algodão, onde possa deitar meus sonhos e fugir da solidão filme de amor com final feliz, para apagar da mente tudo que fiz o sorriso da criança inocente, para voltar a me sentir gente acordes suaves, música calma, para distrair a dor d'alma sinos tocando, para encobrir o som do choro ecoando trocar a fala, voltar no tempo e dizer que lamento perdão do pecado, tua presença ao meu lado que o meu mundo acabe, que tudo desabe se este tormento sentido não tiver fim quero outra vez o teu corpo sentir o teu gosto em mim nessa gentile
Somos feitos montanha russa, hora descendo ladeira abaixo descontrolados, hora subindo tal um foguete, às vezes cobrindo os olhos pra não olhar o que futuro nos reserva, outras encarando Assim somos, emoções em forma de caleidoscópio, uma imagem para cada momento, um sentir diverso para cada situação proporcionada. Não é fácil conviver com este maestro maluco dentro de nós com uma batuta o tempo todo mexendo e nos regendo sem que façamos idéia do próximo arranjo, nos tornamos meio que reféns deste Karabtchewsky interior, e alguns infelizmente não conseguem dançar conforme a música! É uma pena, porque isto é VIDA, aí que reside a grande magia, o segredo de tudo, o maior desafio, justamente esta inconstância de emoções é que nos dá forças pra administrar o desconhecido, através dela desenvolvemos anticorpos, descobrimos antídotos, excluímos vírus e preservamos o que vale a pena. nessa gentile |